sábado, 14 de maio de 2011

Nostalgia #Modeon
























A gente se veste, investe


e despe....



Depois a gente esquece....

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Loucura Lúcida


Não conseguir fugir da realidade significa um excesso de lucidez ou extrema loucura? A resposta confirmaria minha tese poética-lunática, de que não só o excesso de lucidez leva a loucura como o excesso de loucura leva a lucidez.

Se minha realidade é na verdade uma ilusão, quando tento fugir dela, tento alcançar a realidade? Ou migro de ilusões em ilusões? Se as realidades são múltiplas a tentativa de alcançar a realidade única em que todos se enquadram seria uma farsa. Talvez todos vivam em suas respectivas ilusões, que criamos e recriamos. Se pertence a cada sujeito que a resolva viver, a realidade sim que é uma ilusão, a ilusão da ilusão. A ilusão é uma realidade. A realidade está fora ou dentro? do exterior ou do interior? O que faz pensar quantas realidades seriam possíveis. Infinitas. Nos casos que unem mais indivíduos, podemos denominar precisamente como o fenômeno do delírio coletivo.

Se produzimos a realidade ilusória, o que é loucura? Como são diversas as loucuras, digo, ilusões, realidades. A metafísica disso tudo é expressa pela loucura de Deus, o tal dançarino do qual falava Nietzsche, que nos criou a sua imagem e semelhança, como deuses de nossas próprias loucuras. Fato é que nelas podemos fazer o que quisermos dentro dos limites da loucura de Deus.

Dizem por ai, que o sóbrio é aquele que sabe distinguir a realidade da fantasia, mas o que dizer se somos máquinas de produzir de fantasias? Certamente jamais será possível olhar um homem despido de seu imaginário. Ilusões sobrepostas numa translucidez aguda. Perceber que está iludido não significa que nos livramos da ilusão se ela é real. As ilusões/realidades se desdobram uma fora da outra. Se trancafiamos alguns de nós dentro das salas estofadas, é porque os condenamos pelo abuso da criatividade.

O excesso de lucidez, faz perceber a ilusão real, que se exacerbada leva a loucura originária. A loucura alucinatória se levada a extremos nos leva a realidade ilusória, que é a realidade possível.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Todos os caminhos fazem de você um idiota – como um soco no espelho

Você que eu digo sou eu. Porque quando falo comigo mesmo me chamo de você e não de eu. Você sou eu e eu sou outro, que é você. Ao tempo que falo de você, falo de mim. Se nós, eu e você, sabemos da verdade, certamente somos gênios. Genialidade desperdiçada, a falta de sentido faz desnecessária qualquer sabedoria, saber é apenas angústia. Se você, como eu, que somos o mesmo, não sabemos a grande verdade, e sentimos a angústia, ainda somos idiotas que sofrem acreditando numa mentira. Ou somos idiotas, porque fingimos saber a verdade apenas pela vaidade de ser vazio. Achar que a vida é vazia dá o sentido à vida, justifica o continuar parado, deixá-la escorrer pelos dedos. Assim eu, você ou o outro, podemos então continuar a ser frustrados sem culpar a você ou a mim e a culpa fica à falta de sentido da vida.

Eu e você fingimos o que?


Brevíssimo Discurso Irônico Feminista

A partir da data do nascimento fica proibida qualquer sensação de prazer. Qualquer tentativa de utilizar este corpo, que lhe pertence, para a liberdade está proibida, e será considerada crime.
Lembrando a ilegalidade de tais atos, fica instituída a punição que deverá ser aplicada através do peso da culpa. Ao bel prazer dos punidores, poderão se somar as seguintes penas: violência verbal e psíquica, exclusão, discriminação, depreciação da imagem, violência doméstica, assim como desvalorização qualitativa, tanto diante de Deus como da sociedade.
É estabelecida a hipocrisia, que deverá então ser a guia mestra de todos os dias adiante. É dever seguir calada. Ao passo que todo individuo do sexo feminino tem o direito de se conservar em silêncio.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Vazio Transbordante - contamina tudo



terça-feira, 11 de novembro de 2008
















São designadas como
alho algumas plantas do gênero Allium (mas não só), embora o termo se aplique especificamente ao Allium sativum, uma planta perene cujo bulbo (a "cabeça de alho"), composto por folhas escamiformes (os "dentes de alho"), é comestível e usado tanto como tempero como para fins medicinais.

O alho é utilizado desde a antiguidade como remédio, sendo usado no Antigo Egito na composição de vários medicamentos. Suas propriedades anti-microbianas e os seus efeitos benéficos para o coração e circulação sanguínea já eram valorizados na Idade Média. Possui um ótimo valor nutricional, possuindo vitaminas (A, B2, B6, C), aminoácidos, adenosina, sais minerais (ferro, silício, iodo) e enzimas e compostos biologicamente ativos, como a alicina. O alho costuma ser indicado como auxiliar no tratamento de hipertensão arterial leve, redução dos níveis de colesterol e prevenção das doenças ateroscleróticas. Também se atribui ao alho a capacidade de prevenir resfriados e outras doenças infecciosas, e de tratar infecções bacterianas e fungicas.

Lembrando ainda que o AlhôÔ é uma especiaria altamente alucinógena.

quinta-feira, 24 de julho de 2008





sexta-feira, 11 de julho de 2008



quinta-feira, 10 de julho de 2008

terça-feira, 13 de maio de 2008

Da surrealidade da chicória catalonha, disse um chimango que usou plâncton massudo para macular a alucinação da magnificência magnética do dadaísmo autárquico parisiense que injeta uma injeção inimitável dos cosmos corticais celestes, virgula dois pontos, do gruir da guarnição escolástica na penumbra da solapa - usar a palavra moderninha - . Doravante, a palavra moderninha deve ser usada com respaldo da interiorização da displicência da crisma, efeméride historizante do relegar do aspargo nostálgico da trivialização dos costumes que não obstante estará predisposto a macumba livre das culturas ocidentais no cortejo do cedro raquítico digestível da calosidade das gueixas que fungam funestamente furibundas compulsivas ao som das balalaicas, no qual os esquizofrênicos bailam manipulando a beterraba neurológica pagã.

Já que a circunferência dos cordados podemos observar os seguintes comportamentos corsários dos mariachis dois pontos das megeras indomadas meliantes schwarzenegger solúveis nas ogivas nucleares, isolados com a força da membrana plasmática do cisne-de-pescoço-preto ponto. No escorbuto da esclerose esclerótica há uma sobressalência sexual transgênica andrógena.

No contexto geral do panorama do mundo contemporâneo pós-moderno da sociedade chula e tartufa das trufas mercadológicas e trufadas as tartarugas marinhas concordam nesse quesito. Ponto. Quando está tudo bacon com os senhores, há uma discordância verbal erótica e efêmera na libanação transexual das drags queen.

Daí se concluí que o uso constante do chá das flores do caos, pode causar as seguintes reações adversas: alucinações, depressão, anorexia, inquietação, agressão, agitação e estado de confusão, ativação de psicose, vertigem, sonolência, fadiga, cefaléia e distúrbios de acomodação visual (por ex., visão borrada), movimentos involuntários anormais (por ex., tremor, asterixis, distonia, tiques), distúrbios de movimento dos olhos, distúrbios da fala (por ex., disartria ou pronúncia desarticulada da fala), neuropatia periférica, paresia, síndrome neuroléptica maligna, distúrbios auditivos, por ex.: zumbido, hiperacusia, hipoacusia e mudança na percepção do espaço. Assim como demência, pensamentos absurdos, coagulos cerebrais de poesia abstrata ou esquizofrenica, podendo ainda causar a trans-lucidez da mente e a perda de arquivos cerebrais.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Negligência

Negligência (do latim "negligentia"), é o termo que designa falta de cuidado ou de aplicação numa determinada situação, tarefa ou ocorrência. É freqüentemente utilizado como sinônimo dos termos "descuido", "incúria", "desleixo", "desmazelo" ou "preguiça".

SOMOS TODOS UM POUCO (ou nem tão pouco) NEGLIGENTES.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

F$A - Postagem do comentário feito....

Fundação Santo André

A greve numa encruzilhada: unificar os estudantes pela base e massificar a luta

No dia 13 de setembro, mais de 300 estudantes da Fundação Santo André (FSA) ocuparam a reitoria contra o brutal aumento de mensalidade que estava sendo preparado pelo reitor Odair Bermelho e sua burocracia acadêmica. A repressão truculenta à ocupação por parte da Policia Militar de José Serra, a mando do reitor, não foi o suficiente para derrotar nossa luta. Pelo contrário, o movimento ganhou força com a consolidação de uma greve dos estudantes da Fafil , que tem bastante apoio em outros cursos que começam a entrar em greve. Os professores da Fafil também decretaram greve, porém, sua política vem sendo uma forte pressão para que o movimento estudantil que surgiu, seja desviado para uma saída de uma mudança de figuras de seu partido (PT), mas que não enfrenta o regime universitário. Nesta edição do Jornal Palavra Operária, queremos abrir um debate sobre quais são, na nossa opinião, os desafios e perigos que temos pela frente para fazer avançar na mobilização, assim como o programa que propomos. Os planos neoliberais do PT para a FundaçãoA FSA surge como uma universidade pública e gratuita, financiada pelas prefeituras da região. A partir da década de 70, começam a cobrar taxas semestrais que, nos anos 90, se transformam em mensalidades cada vez mais absurdas, inclusive nas gestões do PT. Há três anos, a prefeitura de Santo André, dirigida pelo PT a mais de uma década, deixou de subsidiar a FSA, porém, ainda mantém uma grande controle na sua estrutura de poder, dirigida majoritariamente pelo mesmo PT.
Nenhum setor da burocracia acadêmica pode responder as nossas demandas Odair Bermelho simboliza a face mais brutal do projeto neoliberal para a educação que o PT vem aplicando, ainda mais depois que chegou à presidência com Lula. Aumentos de mensalidades, convênios diretos com as grandes empresas da região, demissões políticas, aumento absurdo dos chamados “cargos de confiança”, ataques sucessivos aos cursos da Fafil, escândalos de corrupção... são a marca da sua gestão. Uma gestão voltada para atender os interesses das empresas imperialistas e da patronal do ABC, necessitados de uma grande quantidade de mão de obra qualificada e barata, ansiosos para diminuir os postos de trabalho e para aumentar a sua produtividade.
Nosso movimento explodiu num momento em que a burocracia acadêmica está bastante divida numa disputa por “cotas de poder” no interior da universidade. Já em 2005, essa divisão se expressou na disputa entre as duas chapas principais, que disputavam o apoio da comunidade acadêmica e do prefeito Avamileno. De um lado, Odair Bermelho e Hamilton Viana, de outro Márcia Laporta, que tinha como vice na sua chapa Oduvaldo Cacalano. A primeira mais diretamente governista, enquanto a segunda tenta se postular como uma alternativa institucional viável, capaz de mediar os ataques mais diretos, no entanto, sem mudar a direção geral do projeto para a FSA para não romper com o prefeito, a cúpula petista e os capitalistas da região.
Não podemos colocar nosso movimento a reboque da ala “moderada” da burocracia acadêmica petista, que tem Cacalano com sua principal figura, extremamente interessado na queda do reitor, desde que seja pela “via legal”, por um impeachment, para que ele assuma. Não podemos nos esquecer que o desmantelamento da Fafil se iniciou justamente quando Cacalano era diretor e aceitou a imposição do PDI (Projeto de Desenvolvimento Institucional, que aprofundou o sucateamento dos cursos da Fafil) com o discurso de que “não tinha jeito”. Por isso, não podemos aceitar uma mera mudança de figuras.Impeachment: uma política que preserva o regime universitário e os corruptos da câmaraSem nenhuma discussão política, a segunda assembléia geral dos estudantes aprovou, por proposta do DA, a proposta da reunião dos professores de exigir da Câmara de Vereadores e do prefeito o Impeachment do reitor. Uma política feita sob medida para dar uma saída para a crise da universidade sem colocar em cheque sua estrutura de poder e preservar o regime universitário. Pior ainda, delegamos para a mesma câmara que acabou de abafar os escândalos de corrupção do Odair Bermelho, para que defina se ele sai ou não!!!
O ato desta terça-feira, para entregar o pedido de impeachment na Câmara de Vereadores, como já era de se esperar, se transformou num palanque não só para os vereadores do PSDB e do PT, mas para o próprio prefeito Avamileno, se colocarem demagogicamente do lado da comunidade universitária. A reunião de Avamileno com o reitor também não serviu para nada, só para ele dizer que não tem poder para destituir o reitor.
O professor Ricardo Alvarez, do PSOL, aplica na FSA a mesma política criminosa que o seu partido defendeu durante a crise no Senado Federal, de se apoiar do Conselho de “Ética” para exigir a “limpeza” desta casa imunda feita sob medida para aplicar os planos de ataque aos trabalhadores e o povo pobre. Uma política tão dócil que contou com o apoio dos senadores do PSDB e conta agora com o apoio dos vereadores do mesmo partido. Nenhuma ilusão em Cacalano, na burocracia acadêmica e na câmara dos vereadores!Qual é a unidade que precisamos?
A primeira pergunta que queremos fazer é: qual é a unidade defendida pelo DA e pelos professores? É a unidade do movimento estudantil e dos professores que são parte da ala “moderada” da burocracia acadêmica, contra Odair Bermelho.
Na nossa opinião não é essa a unidade que precisamos. Quer dizer então que somos contra a unidade? NÃO. Quer dizer que somos pela unidade dos estudantes contra a burocracia acadêmica, e não com a burocracia acadêmica. Queremos lutar pela unidade dos estudantes, a partir das bases, de cada sala de aula, das assembléias de curso, para se enfrentar fortemente com a burocracia acadêmica e seus ataques.
Trabalhamos pela mais ampla unidade de estudantes, professores e funcionários por reivindicações comuns, que parta de revogar completamente os aumentos, punir os responsáveis pela repressão e as demandas mais sentidas pelos estudantes.
Chamamos os estudantes que honestamente têm se precupado, desde o começo, com a unidade do movimento para que não se debilite, a lutarmos juntos por uma unidade capaz de nos levar à vitória, para não sermos massa de manobra de uma ala da burocracia acadêmica que, alertamos, quando tiver seus interesses atendidos vai ser a primeira a passar para o outro lado, como fizeram recentemente na greve da USP.
Basta de assembléias-comício! Pela democracia direta dos estudantes! Por um comitê de representes de curso e de sala de aula!
Para de fato unificar a comunidade universitária numa luta justa, que consiga o apoio dos trabalhadores e do povo do ABC precisamos nos separar dos carreiristas e dos oportunistas, que necessitam do movimento ao seu redor, cansando os estudantes em assembléias-comício praticamente diárias. Basta de caciques! Que tipo de discussão política que podemos fazer com os estudantes das três faculdades, numa assembléia com poucas falas, onde é necessário fazer tumulto para colocar uma posição contrária à da mesa?
Precisamos nos organizar democraticamente, pela base, e não somente irmos às assembléias para sermos informados do que acontece e para onde estamos indo. É nas assembléias de curso e nas reuniões de sala de aula que podemos discutir de forma aprofundada com a maioria dos estudantes, e devem ser os principais órgãos de discussão e decisão sobre os rumos da mobilização. E um comitê de representantes das assembléias de curso, de sala de aula, revogáveis a qualquer momento e que expressem as posições de maioria e minoria, é que pode expressar as diversas posições existentes.
Nos organizando dessa maneira e colocando como eixo da nossa mobilização as demandas mais sentidas pelos estudantes, podemos conquistar o apoio da maioria dos estudantes da Faeco e da Faeng e, com um movimento massivo, impor uma verdadeira derrota ao reitor e a burocracia acadêmica. Infelizmente, a entrada dos professores em greve tem exercido uma enorme pressão para que a luta pelas demandas mais sentidas pelos estudantes saiam do foco, e nosso movimento passa a ser utilizado como massa de manobra da luta interna da burocracia (PT), onde não há nenhum setor que defenda nossos interesses. Por isso, devemos exigir dos professores comprometimento real com a nossa pauta para vermos os que de fato estão dispostos a dar todo apoio à luta dos estudantes.
Nós somos os mais interessados na queda do reitor, porém, não podemos concordar com os professores que deve ser pela via do impeachment e para abrir espaço para o Cacalano. Queremos derrubar por nossas próprias forças, e nossos próprios métodos, o Odair, que rouba a mensalidade dos estudantes e nos reprime. Mas isso não basta, há um projeto de fundo do PT para a FSA, que só poderá ser derrotado se colocamos para fora toda a burocracia acadêmica que ataca os estudantes e coloca a FSA a serviço dos interesses dos capitalistas da região.
Buscar apoio dos trabalhadores do ABC para dar uma saída de fundo para a crise da FSAEssa luta deve ser um estopim para que coloquemos na ordem do dia o questionamento do caráter da FSA. Essa burocracia acadêmica corrupta já demonstrou que é contraposta aos interesses dos estudantes. Devemos exigir que abram imediatamente todos os livro-caixa da Fundação, para ficar clara todas as falcatruas do PT e das grandes empresas.
Devemos seguir o exemplo que nos deixaram os estudantes da USP, que levantaram a bandeira de estatuinte livre e soberana para transformar radicalmente o conjunto do regime universitário, o que só pode se dar sob a base do enfrentamento e da derrubada dessa burocracia. Além disso, devemos abrir um debate profundo sobre o conteúdo que nos é dado nos currículos, para acabar com a produção de conhecimento para os grandes capitalistas do ABC e da FIESP, e colocá-lo a serviço dos trabalhadores
Porém, é impossível uma universidade minimamente democrática que não seja pública e gratuita, por isso, devemos nos aliar com os trabalhadores do ABC que são os maiores interessados em uma democratização radical da universidade, para lutar pela re-estatização, sob controle da comunidade universitária.